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06 nov, 2015

Coletânea O Ócio – Supernovo.Net

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Novembro não é o mês do meu aniversário, mas tem o título de melhor mês do ano pra mim. E porque isso? Bem, no dia 1° de Novembro começou o NaNoWriMo (Nacional Novel Writing Month) onde nós, aspirantes a escritores, passamos os 30 dias desse mês nos dedicando a criar o livro perfeito! As ideias saem de dentro da gaveta, personagens incríveis tomam vida e de repente o mundo se torna uma fábrica de aventuras, romances e histórias que precisam ser contadas.

Para quem ainda não sabe do que eu estou falando, o NaNoWriMo é uma iniciativa que tenta impulsionar os escritores aspirantes a concluir seu primeiro romance em 30 dias. O projeto prega por incentivar-nos a conseguir tirar da cabeça uma história de 50.000 palavras durante um ciclo lunar e sem voltar atrás para realizar edições. A ideia é acostumar as pessoas ao processo de escrita.

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Mas porque eu estou empolgadíssima com esse NaNoWriMo em particular? Bem, este ano iremos participar do NaNoWriMo de uma forma diferente, então segurem firme os seus forninhos porque eu estou aqui para falar do O Ócio, uma coletânea criada pelo Supernovo.Net que vai deixar o NaNoWriMo 2015 muito mais incrível!

Bem, o Supernovo.Net já é um site muito querido por mim. Em 2014 eu participei do NaNoWriMo junto com eles e a galera do Botecão do Jack e foi maravilhoso ver que com o incentivo certo, talvez eu realmente conseguisse terminar um livro em 30 dias. Este ano, eles apareceram com uma ideia um pouco diferente: criar uma coletânea. E eu ia ficar de fora dessa? De jeito nenhum!

Mas calma, deixa eu explicar as coisas como se deve. Esse projeto é para você que está sem tempo, sem uma grande ideia, ou acha que não consegue escrever uma grande história de 50 mil palavras. O número CINQUENTA MIL assusta. Nós queremos contar com a ajuda de todos que almejam contar uma história para nos ajudar a escrever um livro que estamos chamando de “Coletânea O Ócio” e que vai reunir 8 contos entre 5.000 e 8.000 palavras com o tema/cenário sendo A Madrugada.

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Para que isso funcione direito, precisamos que você escreva uma pequena história, um conto, e nos envie durante o mês de novembro, tendo A Madrugada na história de alguma maneira, e que respeite o mínimo de 5.000 palavras. Nós faremos uma curadoria em todos os contos recebidos com ajuda de vários parceiros e no fim selecionaremos 8 deles para compor um uma coletânea que depois vamos revisar junto com vocês, editar e publicar nas plataformas digitais gratuitamente. E o livro também será distribuição de forma gratuita para quem quiser ler.

CLIQUE AQUI PARA ENVIAR O SEU CONTO

Mas aí você pensa: “nossa, e se enviarem mais de 200 contos, como eu serei selecionado”. Não se preocupe muito com isso, nem com editar seu conto, apenas escreva sua história e mande. Se tivermos realmente uma afluência bem grande de envios, com muitos dos contos sendo de grande qualidade, então faremos mais de um volume da coletânea.

Além disso ainda vamos fazer um bate-papo constante no Botecão do Jack para incentivar uns aos outros, trocas experiências, aprender e ensinar.

Vamos escrever um livro juntos?

17 out, 2015

Lançamentos: Outubro de 2015

Novidades

Não briguem comigo, eu sei que tem um tempo que eu não trago algumas novidades literárias do mês pra vocês, mas juro que isto acaba agora e de vez. O mês de outubro está cheio de novidades simplesmente maravilhosas que eu não poderia – de jeito nenhum – deixar de compartilhar com vocês.

Me digam, como não ficar animada com o lançamento de Baía da Esperança, da Jojo Moyes? Com uma adaptação de um livro dela vindo por aí, não tem como não se animar pra essa leitura. E ainda temos Bela Redenção! Eu já não estava aguentando mais esperar por mais um livro dos irmãos Maddox, afinal, não tem como não se apaixonar por todos eles, tem?!

Mas, eu não vou ficar falando muito. Separei alguns dos lançamentos que eu simplesmente estou enlouquecida para colocar na minha estante. E se você conhece ou já leu algum desses livros, não deixe de me contar o que achou nos comentários.

GRUPO EDITORIAL RECORD

 


EDITORA NOVO CONCEITO

 


EDITORA VALENTINA


OUTROS LANÇAMENTOS

12 ago, 2015

Ghostwriters – Eles podem estar onde você menos espera.

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Olá, Oliphants! Tá vendo esse livro aí, perto de você? Já parou pra pensar que, talvez, o autor tenha tido uma mãozinha na hora de escrevê-lo? Ou que algum livro que você já tenha lido não foi, necessariamente, escrito por quem você pensa que foi? Mistério…Mas aí, você deve estar se perguntando quem deve ter sido essa ajuda. Acertei?

Não sabe o que é ghostwriting? Vou te explicar rapidinho: o ghostwriter, ou “escritor fantasma”, é aquela pessoa que escreve para outra, sem necessariamente receber créditos autorais por isso. Faz parte do trabalho desenvolver a ideia de quem contratou, assim como deve se certificar de que está fazendo isso de modo coerente e tudo certinho, tal qual o próprio autor faria. Vários autores utilizam os serviços dos escritores fantasmas e, não, isso não significa que eles são fraudes ou algo do tipo, muito menos que a obra não seja dele – mas, aí, já é outro assunto.

Para sanar essa curiosidade enorme que estava nos perseguindo a respeito do tema, decidimos, então, bater um papo com uma ghostwriter bem gente boa, que topou tirar algumas das nossas dúvidas sobre essa profissão não muito conhecida por aí e que adoramos poder compartilhar com vocês!

Entrevista com LeVonda Brown (IG: @vonda_writes)

La Oliphant – Quando e como você descobriu a existência do ghostwriting e o que te fez querer exercer essa atividade?

LeVonda Brown –  Como uma escritora que deseja viver dessa carreira, você tende a se familiarizer com as opções com as quais você pode se arriscar. Bem, eu sempre busquei por pequenos trabalhos de escrita; fosse buscando no craiglist* ou no elance.com. De qualquer modo, o que me inspirou a escrever livros como ghostwriter foi um post escrito por Devin McFly.

La Oliphant – Se eu não estiver errada, ghostwriters não costumam receber créditos por seu trabalho árduo. Como você lida com isso?

LeVonda Brown – Correto, ghostwriters não recebem crédito algum, inicialmente. Isso inclusive é mencionado no contrato que fiz para meu projeto atual e para os futuros também. Na minha situação atual, com o “Art Project”, o Autor que me contratou decidiu que queria que as pessoas soubessem que eu escrevi isso. Então, digamos que se um outro projeto me fosse apresentado e o “autor” não quisesse me dar créditos, eu estaria bem com isso. Não estou me esforçando para entrar na industria da escrita em busca de atenção. Estou entrando na industria da escrita para me desenvolver como escritora.

La Oliphant – Você já passou por algum momento em que quis mostrar às pessoas que quem escreveu tal coisa foi você, mas não pode por causa dessa regra sobre ghostwriters?

LeVonda Brown – Não. Eu vivo sobre um código moral que não vou quebrar, seja escrevendo para alguém ou não.

La Oliphant – Você poderia dizer alguns prós e contras de seu emprego?

LeVonda Brown – Os lado positivo de ghostwriting nesse projeto em que estou trabalhando atualmente foi fazer alguém feliz. Nem todo mundo tem paciência, disciplina ou motivação para escrever e, ainda assim, ter uma boa história para contar. Nessa situação não há contras. Eu já sabia com o que havia me comprometido, então tive de me manter perseverante a todo custo.

La Oliphant – Os autores que pagam pelo seu trabalho dão suas opiniões enquanto você trabalha, pedindo para mudar coisas ou comentando sobre o que não gostam? Você já teve algum problema com isso? Se sim, poderia nos contar?

LeVonda Brown – Sim, opiniões foram dadas, mas porque eu as pedi. Independente da escrita, eu preciso satisfazer o cliente, então é importante confirmer se eles estão felizes com o seu trabalho e mantê-los informados. Com esse projeto não tive problemas; manter tudo às claras nunca foi um problema.

La Oliphant – Você acha difícil ou quase nada fácil achar trabalho na sua área? Como vocês divulgam seu trabalho?

LeVonda Brown – Sim, querida, não tem sido fácil achar trabalhos em minha área. Alguns trabalhos requerem certas credenciais. Eu aprendi muito por meio de leituras e isso não é o suficiente no mundo corporativo; por esse motive, prefiro trabalhar como freelancer.

La Oliphant – É possível viver com o dinheiro adquirido por meio desses trabalhos? (Sinta-se livre para ignorar a pergunta, caso seja ofensiva de alguma forma.)

LeVonda Brown – Não. Mas, acredito que posso começar uma vida com o dinheiro que obtenho deles.

La Oliphant – Quais são suas aspirações a respeito da escrita? Você planeja continuar sendo uma “fantasma”? Como se sente sobre isso?

LeVonda Brown – Pretendo explorer todos os gêneros do mundo literário, especialmente livros infantis. Com esperança de que vou me tornar uma autora bestseller algum dia. Se vou trabalhar como ghostwriter novamente? Sim, eu trabalharia; mas o preço pelo meu serviço subirá, visto que vou melhorando minhas habilidades como escritora. Não me sinto mal sobre ghostwrite, eu amo escrever. Todos nós precisamos de ajuda nessa vida e se eu puder ajudar alguma pessoa em realizar seu sonho, eu vou, porque eles nem imaginam que estarão me ajudando a realizar os meus também.

A LeVonda foi muito legal em ter dedicado um tempinho dela para poder nos responder e somos gratos! Esperamos que tenham gostado do post e aprendido um pouco sobre essa profissão (bem legal, por sinal) que, sinceramente, há pouco tempo nem eu sabia da existência!!! Agora, uma perguntinha: você aí, conseguiria ser um escritor fantasma? Teria coragem?

04 ago, 2015

Impressões: Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor

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Preciso compartilhar com vocês uma novidade que mexeu com meu coração: o mais novo lançamento da Editora Novo Conceito. Faz alguns dias que eu recebi na minha caixa de entrada um convite para ler as primeiras páginas do romance de estreia da autora Sarah Butler e compartilhar aqui no blog as minhas primeiras impressões. E depois de dar uma boa lida – e relida neste enredo maravilhoso eu preciso compartilhar com vocês não só as minhas impressões, mas também a minha animação para essa leitura.

A primeira coisa que vocês precisam saber sobre Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor é que ele é narrado em primeira pessoa do ponto de vista de dois personagens: Alice e Daniel. Alice passou os últimos tempos viajando de uma cidade para outra, mas quando recebe a notícia de que seu pai está morrendo, pega o primeiro voo de volta para Londres. Daniel é um morador de rua, mendigo e não tem um lugar para morar há algum tempo. Ele passa os dias procurando pela filha que ele nunca teve a chance de conhecer, até agora.

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Quando eu li os primeiros capítulos do livro, confesso que eu não tinha a menor ideia do que se tratava a história, mas isso foi por uma escolha minha. Já que eu contaria para vocês minhas primeiras impressões, eu queria ter um encontro às cegas com o livro da Sarah Butler, e o que eu posso dizer? Mal posso esperar para conferir a obra completa dessa autora.

A narrativa de ambos os personagens é simples e muito envolvente. Logo nas primeiras linhas você consegue se conectar completamente com a história. Minha primeira impressão sobre Alice é que ela está sofrendo, não só pela possível morte do seu pai, mas porque de alguma forma ela sente que tem alguma coisa faltando na sua vida. Daniel, por outro lado, faz da rua a sua casa e torna a sua situação algo tão poético que você realmente consegue imaginar todo o cenário de Londres como uma grande casa bonita.

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Os pontos de vistas começam sempre com uma lista de dez coisas. Cada item listado faz com que você conheça um pouco mais sobre os personagens da história. Sarah teve todo um cuidado na construção dessa lista, pois os itens refletem bem em como os personagens estão se sentindo em relação ao universo em que foram inseridos. Achei isso simplesmente fascinante.

A Novo Conceito está trazendo para nós um livro que irá abordar a relação entre pai e filha. Para mim, esse é um tema que sempre me emocionou – por motivos pessoais. Ainda não tive a chance de ler a obra completa, mas as poucas páginas que eu li me deixaram com o coração apertado e com o desejo de imergir nessa história até o fim. É possível se apaixonar à primeira vista por um livro?

Ah, antes que eu me esqueça! Para completar essa publicação, a Editora pediu que fizessemos uma lista de 10 itens para compartilhar com vocês. Então aqui vai a minha:

  1. Às vezes eu tenho muito medo de lugares escuros;
  2. Conheci a minha melhor amiga – da vida – em um perfil fake no Orkut;
  3. Gosto que as pessoas me chamem de Jo, mesmo que elas não façam isso;
  4. Eu tenho duas mães que não são lésbicas, mas são ótimas mães mesmo assim;
  5. Queria poder dizer que sinto saudades de casa, mas a verdade é que eu não sinto;
  6. Tenho medo de nunca conseguir me apaixonar de verdade por alguém;
  7. Às vezes eu desejo poder ser outra pessoa, mesmo que por 24 horas;
  8. Eu nunca realmente conheci o meu pai biológico;
  9. Algumas pessoas dizem que eu sou grossa, mas a verdade é que eu não falo as coisas por maldade;
  10. Meu pai de criação é a minha pessoa favorita no mundo;

 

LEIA UM TRECHO DO LIVRO CLICANDO AQUI

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