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18 jun, 2015

O Corvo: Um projeto de incentivo a literatura.

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Olá, Oliphants! O post de hoje é bem especial, principalmente se houver, dentro de vocês, algum escritor ou ilustrador escondido – ou mesmo um muito bem exposto, o que é melhor ainda!

Esse ano é aniversário do poema O Corvo, do Edgar Allan Poe, e eu aposto que vocês já ouviram falar sobre um dos dois, sobre os dois, ou mesmo que já leram. Espero que sim, porque valem a pesquisa e leitura. Enfim, a Editora Empíreo decidiu comemorar esses 170 anos de publicação (êêê!) da melhor forma possível: publicando 60 histórias e 15 imagens que, juntos, irão compor um livro-homenagem.

– Ebaa, quero participar, como fazer?

Você, pessoa criativa, alta, baixa, rica, pobre, famosa ou desconhecida, que escreve ou desenha pode participar desde que o conteúdo seja seu, totalmente seu.

Mas tem de ser um poema? Tem de seguir as normas da ABNT??? Meu desenho precisa ser um corvo???

Pode ser qualquer gênero literário, mas é obrigatório um personagem chamado Edgar; quanto a ilustração, ela precisa usar o poema como referência.

– Legal, e eu só posso participar uma vez?

Nope, mande quantos textos e ilustrações a sua criatividade permitir, faz a Elsa e Let it Go!!!

– Acabei de escrever/desenhar/ilustrar, pra onde eu envio?

PelamordoEdgar, só envie para o site oficial. É esse aqui, ó.

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E vamos querer ler o regulamento antes de enviar, né, moçada? Nada de fazer a egípcia, porque eu sei que vocês aceitam os termos de contrato do tio Google sem ler… Dessa vez é muito importante que vocês leiam.

Outra coisa: para que esse livro, essa ideia incrível e amorzinho seja publicada, vai ser necessário um financiamento coletivo. Qualquer pessoa pode contribuir através do canal no site e o mais legal é que, além de ajudar, quem colaborar vai ganhar diversas recompensas (e elas são muitos legais, eu quero todas!). Ah, e pra quem quiser se manter antenado sobre o projeto, é só curtir e visitar a fanpage no facebook.

Bem, espero que vocês participem! Eu já vou preparar meus textos –só textos, porque não desenho bem, infelizmente- e espero ver o resultado da soma do talento de vocês em breve.

08 abr, 2015

Editora Empíreo lança projeto de Financiamento Coletivo

Douglas_01Para aqueles que ainda não sabem da novidade, a Editora Empíreo é uma das mais novas parceiras do blog, e junto com essa parceria, o La Oliphant teve a oportunidade de conhecer um projeto que é simplesmente a cara do blog. Em parceria com o autor Douglas MCT, a Editora está lançando um projeto de Financiamento Coletivo para a publicação do livro “Eles Não Estão Em Casa”, que é uma coletânia de 13 histórias de fantasia, terror, steampunk, suspense psicológico e ficção literária em um pocket de luxo capa dura.

O projeto nasceu do desejo de reunir em livro várias histórias que Douglas MCT escreveu ao longo de sete anos, entre antigas e inéditas. A antologia possui treze contos que falam sobre pessoas que saem de suas casas e se perdem de alguma forma. Cenários como orfanatos, apartamentos, florestas, cemitérios e covens estão presentes nas histórias, todas fantasticamente ilustradas por Zakuro Aoyama, além de comentários do autor narrando a origem de cada conto nas aberturas dos mesmos.

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Incrível, não é? Mas calma que ainda tem muito mais para saber sobre esse projeto.

Todo o projeto é hospedado no site Catarse, um dos sites de financiamento mais conhecidos e respeitados no nosso País. Com este site é possível transformar muitos projetos em realidade através da contribuição financeira como forma de apoio. Basicamente, o usuário compra uma cota do projeto para viabiliza-lo. Quanto maior sua participação, maior sua recompensa.

O projeto do Douglas MCT junto com a Editora Empíreo irá funcionar exatamente da mesma forma. Quanto maior a contribuição dos interessados no projeto, melhor a recompensa que este irá receber na sua casa.  O objetivo desse projeto é arrecadarr R$ 25.000,00 para que o livro possa ser impresso e distribuido com todo o luxo possível, e como o La Oliphant adora apoiar o projeto de autores nacionais, não poderíamos ficar de fora dessa, certo?!

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A página do projeto do livro já está no ar (Clique Aqui).  Nela é possível assistir ao vídeo de apresentação do projeto feito pela Monstro Filmes e pela Luiza De Castro. É possível também visualizar as cotas de financiamento. A partir de R$ 40,00 já dá pra adquirir o livro, mas com outros valores é possível agregar outas recompensas como: pôsteres, canecas, cards, bolsas etc.

Essa é a segunda vez que a Editora Empíreo trabalha como financiamento coletivo, e por ser um projeto inovador e participativo, acho que merece todo o nosso apoio, certo? Afinal, nada melhor do que ser parte contribuinte para o crescimento da literatura no nosso País, não é?

Se você é leitor do blog e abraçou esse projeto como a gente, não deixa de colocar aqui nos comentários o que achou da ideia e de divulgar para os seus amigos. Se todo mundo contribuir com um pouquinho que seja, vamos todos ter Eles Não Estão Em Casa na nossa estante em breve.

24 mar, 2015

Conhecendo o mundo criativo de Bárbara Morais

BM_01A primeira coisas que vocês precisam saber, antes de continuar lendo esta publicação, é que eu conheci a autora Bárbara Morais na Bienal do Rio de Janeiro de 2013, quando o La Oliphant ainda nem era La Oliphant e quando ler era absolutamente a única coisa que eu pensava em fazer da minha vida. Eu não conhecia a sua obra, eu não conhecia muita coisa sobre ela, mas eu tinha o meu amigo, Vinícius Fagundes, cuja animação me contagiou e me fez correr para o stand da Gutenberg para conhecer a autora.

Eu me lembro perfeitamente de encontrar com a Bárbara horas antes da sua sessão de autógrafos e ela ficar conversando com a gente por um pouco mais de vinte minutos. Ela compartilhou com a gente muito sobre a história do seu livro, sobre como era ser uma autora publicada e ainda nos deu várias dicas que eu repito por ai até hoje.

BM_06Logo quando o La Oliphant surgiu, a primeira coisa que eu queria fazer era trazer uma entrevista com ela para que os leitores do blog também pudessem conhecer o seu trabalho. Para aqueles que ainda não a conhecem, a Bárbara é autora de uma trilogia chamada Anômalos, publicada pela Gutenberg. Foi a primeira trilogia distópica feita por um autor brasileiro que eu conheci, o que me inspirou ainda mais a querer falar do trabalho dela como escritora aqui no blog.

E eis que chegamos aos fatos importantes dessa publicação – finalmente. A Bárbara, gentilmente, cedeu uma entrevista maravilhosa para o La Oliphant onde ela respondeu as minhas perguntas de pessoa que admira o trabalho dela como escritora, mas que também a admira como pessoa.

BM_03Confiram a entrevista:

LO.: Conheci o seu livro na Bienal do Rio de 2013 e foi meu primeiro contato com uma autora brasileira que estava publicando um livro distópico. O que te inspirou a escolher esse tema para a sua primeira série de livros?

BM.: Então, eu não tive a ideia pensando “oh, vou escrever uma distopia”. Inclusive, a minha “ideia distópica” na época era outra (e acabei incorporando no mundo de anômalos, como o Império). Para mim, eu estava só escrevendo essa aventura cheia de tramas políticas e segredos que tinha como plano de fundo uma sociedade segregatória. Daí eu terminei, li o livro e vi “oh, esse livro é uma distopia”.

LO.: No seu site oficial você conta que é estudante de Economia. Como você fez pra conciliar os seus estudos com a publicação dos seus livros?

BM.: Escrevi o primeiro livro de Anômalos antes de entrar na Economia, quando ainda estava na Engenharia e insatisfeita com o curso. Eu era uma péssima aluna — reprovei várias matérias várias vezes — então usava meu tempo livre para escrever e não para estudar. Eu não recomendo! Já os outros dois, eu uso os três meses de férias que tenho no fim do ano para escrevê-los, fazendo a revisão no início do semestre antes que as provas comecem. Como a história já foi construída previamente, fica bem mais fácil sentar e colocá-la no papel.
Mas durante o semestre mesmo, raramente consigo escrever muito. Além de estudar, também faço estágio de seis horas e acaba sendo muito pesado, principalmente no meio do semestre.

LO.: Acredito que a maioria das pessoas que possuem blogs tem o sonho de se tornar escritores um dia. Pra você, como foi esse processo de começar o seu primeiro livro, vê-lo sendo publicado e ganhando tantos fãs?

BM.: Bem, começar o livro foi tranquilo até, porque não foi o primeiro que escrevi na vida. Mas vê-lo sendo publicado foi bem louco e surreal e só caiu a ficha quando ele chegou aqui em casa, prontinho! No início dá um frio na barriga, por que e se todo mundo odiar? Que vergonha de ter gente lendo o que eu escrevi!
Depois as coisas ficam mais naturais. Você aprende a lidar com as pessoas e a trabalhar as suas inseguranças dentro de si para elas só aparecerem um pouquinho.

BM_05LO.: Pelo o que eu li no seu site, Anômalos surgiu de uma teoria criada em algumas das suas aulas. Você pode contar pra gente um pouco dessas suas teorias e se você já tem pretensão de transformar outras delas em livros?

BM.: SIM! Não são bem teorias, mas ideias que surgem em aulas com base no que estudo. Um dos livros que pretendo escrever no futuro surgiu numa aula de Formação Econômica do Brasil, na parte em que estávamos estudando a invasão holandesa no Brasil. Outra veio de quando eu estava estudando História Geral e Política do Brasil e é meio steampunk, também pretendo fazer um livro sobre isso. Inclusive, tem um conto meu que saiu na coletânea O Outro Lado da Cidade, da editora Aquário, que se passa no mesmo mundo dessa história.
Mas com o tempo no curso, minhas ideias foram evoluindo de ideias de livro de ficção para temas de monografia. Eu coleciono vários, para poder escolher bem semestre que vem quando for começar a pesquisa. A atual relaciona uma teoria de desenvolvimento pautado em exportações e o mercado do entretenimento da Coreia. Não sei quão viável isso será, porém pretendo tentar.

LO.: Você também diz que só consegue escrever ouvindo música. Quais são as músicas que mais te inspiraram no processo de escrita de Anômalos e quais músicas você indicaria para que outros escritores possam se inspirar a escrever seus próprios livros?

BM.: Além de tudo o que vocês já sabem sobre Anômalos, a trilogia também foi inspirada por músicas do Muse, que é minha banda favorita. Eu comecei a escrever AIDD quando o Resistence saiu e basicamente foi parte da minha trilha sonora, assim como algumas outras músicas mais indies. O negócio do Muse é que as letras sempre me fazem imaginar histórias e me inspiram bastante, principalmente por causa da paranoia que o vocalista tem com o fim do mundo, aliens e conspirações.
Sobre músicas para inspirar, depende muito do autor e do que ele escreve. Gosto muito de pegar a letra das músicas e tentar aplicar em uma situação fictícia e tem vezes que surgem cenas assim. Música instrumental é terrível para escrever, para mim, mas ótima para ter ideias e inspirações. Tem gente que é o contrário, então não consigo indicar nada assim de forma tão geral.

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LO.: Como blogueira eu tenho visto ótimos trabalhos de escritores nacionais. Você, como um desses escritores, acha que o mercado editorial está mais aberto a literatura nacional e que os nossos autores hoje tem ganhado mais espaço para fazer suas publicações?

BM.: Sim, eu realmente acredito que o mercado está mais aberto para o autor nacional. As grandes editoras estão anunciando mais autores brasileiros em seus catálogos do que antes e as pequenas editoras voltadas aos autores nacionais estão se fortalecendo. Também houve também um grande crescimento na auto-publicação, facilitado pela chegada da Amazon no Brasil, e alguns autores conseguem editoras após serem sucessos auto-publicados (como foi o caso da FML Pepper, para citar alguns). Também há uma maior aceitação dos autores nacionais por parte do público do que antes, e vejo cada vez mais a resistência à publicações nacionais diminuir. Acho que temos um futuro promissor pela frente.

LO.: Assim como você, eu sou muito fã de Doctor Who e por isso não poderia deixar de perguntar qual o seu Doctor e Companion favoritos e por quê?

BM.: Eu ainda não vi a série clássica, tirando alguns episódios soltos, então só vou considerar newwho, tá? É o Décimo e a Donna♥ Não tinha como ser diferente porque ugh, amo o Doctor do Tennant e a história da Donna é fenomenal.

LO.: Eu acompanho muito as suas publicações no Facebook e no Twitter e queria saber como é a sua relação com os fãs de Anômalos. Foi muito estranho quando os leitores da série começaram a entrar em contato? Como que você reagiu?

BM.: Eu sou muito aberta e fala com todo mundo que fala comigo no twitter, né? Aliás, o twitter é minha segunda casa, ahaha. Acho que nas redes sociais foi bem tranquilo, porque eu já estou acostumada a conversar com estranhos nelas. O mais esquisito é em eventos, quando encontro os leitores e eles ficam nervosos e eu acho engraçada e bonitinha a reação deles, ahaha. É engraçado ver como as pessoas consideram autores de forma especial, sendo que a gente é pessoa que nem todo mundo. Daí depois que lancei o livro, comecei a reavaliar o meu relacionamento com os autores que gosto e meus surtos diminuíram consideravelmente (e eu até converso com eles no twitter, olha só).

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LO.: Além de escritora, eu sei que você gosta muito de alguns autores conhecidos aqui no Brasil. Se você pudesse encontrar com um dos seus autores favoritos, quem seria e o que tipo de programa você gostaria de fazer com ele?

BM.: Achei que ia ser difícil, mas não é: a Maggie Stievfater, de Garotos Corvos, e nós provavelmente iríamos pegar um carro e dirigir para lugares esquisitos do Brasil. Sim, na minha fantasia ela veio para eventos no Brasil e a gente ficou bff!!
Também serve cozinhar rosquinhas.
De autor nacional é bem mais tranquilo porque conheço pessoalmente quase todos os que admiro, mas seria maravilhoso passar uma tarde com o Pedro Bandeira conversando sobre escrever para adolescentes.

LO.: Muita gente deve te pedir dicas sobre como começar o seu primeiro livro. O que você diria para aqueles que estão esperando o momento certo para começar a escrever?

BM.: Eu diria o seguinte: não tem momento certo para começar a escrever. Se você tem a ideia e espera a inspiração vir, nunca vai sair do lugar. Você precisa sentar e colocar uma palavra atrás da outra no papel, tentar criar uma rotina e mantê-la. Essa é uma das maiores dificuldades do escritor iniciante, construir essa noção de que escrever é um trabalho e você precisa fazê-lo todos os dias se quiser se aprimorar ou terminar. Claro que existem exceções — você não deve se forçar a escrever se sente dificuldade, se o texto não parece certo, se escrever vira uma tarefa. Normalmente isso são sintomas de que há algum problema na história que você quer contar e talvez ela não seja a apropriada para o momento.
Diria também que escrever é confiar no seu instinto. Você precisa escrever algo que gostaria de ler e se se diverte escrevendo, é bem certo que o leitor se divertirá lendo. Se você sente que alguma parte está ruim ou errada, provavelmente ela está. É mais ou menos por aí. Todo o resto é tentativa e erro e varia de pessoa para pessoa.

27 fev, 2015

Top 5: As séries favoritas da estante

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Preciso confessar que eu nem sempre fui muito fã de séries literárias. Houve uma época em que eu me recusava a comprar livros que tivessem uma continuação, simplesmente porque eu não tinha paciência pra amar tanto uma história e ficar meses esperando pelo próximo volume. Era tortura demais pra mim, principalmente porque eu ficava tão envolvida com o universo do livro, que eu não conseguia sair da ressaca para ler outra coisa.

Até que eu conheci algumas séries que simplesmente mudaram todo esse meu pensamento, e é sobre isso que vamos falar nesse Top 5. Ao longo dos meus poucos anos de leitora e, principalmente, nos últimos  3 anos, conheci algumas séries que simplesmente me roubaram e me mostraram que valia muito a pena esperar por um lançamento. São séries que eu recomendo demais a leitura, e algumas eu tenho certeza que vocês já conhecem.

1. Os Bridgertons, por Julia Quinn

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Aqueles que acompanham o blog desde o ano passado já devem estar cientes sobre o meu amor por Julia Quinn. Confesso que o primeiro livro não me encantou tanto, mas foi o suficiente para que eu continuasse a leitura da série e me apaixonasse pelos Bridgertons. Em dois dias eu li os três primeiros livros da série e saí em busca do quarto como se a minha vida dependesse disso. Foram meses de espera até o quinto livro ser lançado, e a espera valeu muito a pena. Sei que ainda tenho mais 3 livros pela frente, mas a leitura vale muito a pena.

2. O Protetorado da Sombrinha, por Gail Carriger

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Gail Carriger é amor, apenas. Acho que eu nunca me apeguei tanto a uma série como me apeguei com O Protetorado da Sombrinha. Foi o primeiro steampunk que eu realmente me envolvi até o último fio do meu cabelo, e também a série que eu mais aguardei durante todo o ano. Houve uma época em que eu queria comprar o box em inglês porque eu não aguentava mais a espera pelo terceiro volume da série (que já está em pré-venda). Eu ainda tenho mais dois livros pela frente e eu sei que pode demorar séculos até eu saber como tudo termina, mas essa série é tão linda que vale muito a pena esperar.

3. RedHead, por Alice Clayton

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A série RedHead foi um amor que me pegou de surpresa. Comprei o livro por pura curiosidade no Natal de 2014, e simplesmente me apaixonei pelos personagens e pelo enredo da série. Me lembro bem quando publiquei uma foto do livro no Instagram e muitos leitores fizera elogios à história e, na época, eu não esperava gostar tanto quanto eu gostei. Li os dois primeiros livros da série em dois dias, e logo corri atrás do terceiro volume. Passei semanas indicando a série para vários amigos e agora estou lendo todas as publicações da Alice Clayton.

4.  Outlander, por Daiana Gabaldon

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Meu amor por Outlander não é segredo pra ninguém, mas é – pra mim – um desafio literário. Quando eu me apaixonei pela série e comprei o primeiro livro, eu sabia muito pouco sobre a Diana Gabaldon e a série em geral. Foi uma curiosidade minha depois de ver os primeiros episódios da série e ler muitos elogios ao livro. Até que eu descobri que já existem 8 livros publicados da série, e que há possibilidades de nono volume. Eu não pesquisei muito sobre isso para não entrar em pânico, mas se eu já quase morri esperando por “A Libélula no Âmbar”, imagina passar por isso mais oito vezes?! Preparação psicológica mode on.

5. A Seleção, por Kiera Cass

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Amor à primeira vista, com certeza. Quando terminei de ler o primeiro livro da série, eu senti um vazio tão grande. Queria continuar no universo da Kiera Cass para o resto da minha vida, mas ainda tinha uns seis meses para o lançamento de “A Elite”. Eu passei todo esse período inquieta e desesperada pela continuação. E cada segundo valeu muito a pena. Acho que essa foi a série com a qual eu mais sofri. Eu lia os capítulos de “A Escolha” liberados no site e procurava qualquer informação que pudesse me deixar mais calma. Foi a primeira série que eu terminei depois de anos de negação, e eu tenho muito amor por ela.

Essas foram as séries que me curaram da minha fobia de livros com continuação. E agora eu quero saber se vocês já tiveram esse receio de ler séries ou se ainda preferem os livros únicos. Não deixem de compartilhar as experiências de vocês nos comentários!