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11 mar, 2019

Lobisomens e as suas representações ao redor do mundo

Os lobisomens podem não ter a mesma popularidade dos vampiros da literatura fantástica, mas o meu primeiro amor sobrenatural foi ninguém menos do que o Conde de Woolsey, de O Protetorado da Sombrinha da Gail Carriger, um lobisomem de temperamento explosivo, mas ainda assim um grande protetor da sua alcateia e um marido extremamente dedicado para Alexia Tarabotti – se você ainda não conhece essa série, te digo que está perdendo uma aventura extraordinária.

Preciso dizer que lobisomens sempre tiveram mais apelo para mim na fantasia do que os vampiros. Embora eu sinta que esses seres sobrenaturais não recebam a atenção que merecem dos leitores, você pode encontrar muito sobre eles em algumas das séries mais populares entre os apaixonados pelo universo sobrenatural como Legacies, Supernatural, The Vampire Diaries, Bitten, Teen Wolf etc. Continue lendo

22 fev, 2019

10 fatos sobre a biblioteca de Alexandria

Em 334 aC, Alexandre, o Grande, partiu para conquistar o mundo. Em suas conquistas, Alexandre trouxe consigo historiadores e geógrafos para documentar e difundir a palavra sobre as diferentes sociedades e culturas que encontraram ao atravessar a Macedônia e a Grécia, no oeste, até a Índia, no leste.

Após sua morte prematura em 323 aC, as conquistas de Alexandre ajudaram a inaugurar uma nova era na história antiga chamada helenismo. O helenismo é o resultado da cultura greco-macedônica mesclada com as sociedades do Norte da África, Oriente Médio, Ásia Central e Índia. É definido por expressões artísticas vibrantes, horizontes filosóficos ampliados e uma busca constante por novos conhecimentos. Nenhuma outra instituição ilustra melhor o espírito do helenismo do que a antiga biblioteca de Alexandria, no Egito. Continue lendo

06 fev, 2019

Encontrando o momento certo para ler clássicos

Confesso à vocês que eu mesma não sou uma grande leitora de clássicos, ou livros que estão com um hype muito grande. Parte por simplesmente ainda não ter tido o interesse despertado por essas leituras, e parte por não querer fazer parte de um diálogo cansativo ou de um momento onde eu não saberia ter uma experiencia genuína com aquela leitura.

Eu também sei que eu não sou a única. Muitos de vocês também passam pela dificuldade de conseguir se conectar com alguns clássicos da literatura, afinal, nem todos tem o estômago para encarar a leitura de Senhora ou disposição para mais uma discussão de Capitu traiu ou não traiu o Bentinho.

E como eu adoro trazer um conteúdo novo para vocês, a Blaga Atanassova compartilhou no Book Riot um pouco das primeira experiencias dela com clássicos, e como ela acredita que existe o momento certo para cada livro e que talvez agora só não seja o nosso ainda. Continue lendo

03 fev, 2019

Explicando porque eu não pretendo doar meus livros

Todo dia é o catálogo da Netflix me surpreendendo com as coisas mais fora da realidade possíveis. Por exemplo, outro dia eu recebi a notificação de que o programa da Marie Kondo havia sido incluído no catálogo e que eu já poderia assistir. Se você é completamente desconhecido deste nome, Marie Kondo é basicamente uma guru da organização, onde ela te dá algumas regras para manter as suas coisas sempre muito bem organizadas, inclusive, a editora Sextante lançou um livro dela chamado “A Mágica da Arrumação”, em 2015.

Parece lindo, não é mesmo? E eu realmente achei que me arriscar em uma das regras de Kondo poderia ser uma boa ideia considerando que eu sou péssima em manter minhas coisas organizadas e eu ainda não descobri uma maneira de fazer todas as minhas roupas caberem no meu quarto. Mas o que me chocou e fez com que eu desistisse dos métodos de Kondo para sempre, foi a seguinte frase: Continue lendo