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Pedro Chagas Freitas – quando o Brasil descobre Portugal

Olá, meus adorados Oliphants! Hoje, com muito gosto, vim falar de uma descoberta que tive o prazer de fazer no ano passado e de um autor que tive a honra de conhecer, conversar um pouquinho e me apaixonar consideravelmente. Estou falando do Pedro, autor a quem fui apresentada no ano passado por meio de uma leitura proporcionada pelo blog (obrigada, Débora!!!) e, sinceramente, acho digno apresentá-lo de forma correta a vocês, se já não tiver feito isto anteriormente.

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Pedro Chagas Freitas é um escritor de, como em seu próprio site diz, romances, novelas, contos, crônicas, letras de músicas e outras imbecilidades. Natural das terras lusitanas, em 2014 ficou na lista dos autores mais vendidos por lá. Já teve diversas profissões, estudou linguística e até criou um jogo para estimular a produção de escrita. Apesar de já trabalhar com escrita há tempos, sua primeira obra publicada data de 2005 e, até o momento, sua única obra publicada aqui no Brasil é Prometo Falhar – cuja resenha e os relatos do evento de lançamento, que contou com a presença do autor, você pode encontrar aqui e aqui, respectivamente.

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Pedro já publicou diversos livros e, abaixo, separei algumas sinopses para que vocês possam dar uma olhadinha rápida e conhecer um pouco mais de seu trabalho:

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Como dito na resenha de Prometo Falhar, Pedro sabe proporcionar reações interessantes com sua escrita, e percebemos que ele sabe fazer bem o que faz com as palavras, ao escrever suas cenas. Vale lembrar que Pedro acabou de lançar mais um livro, chamado Prometo Perder. Também em formato de prosa, o livro promete “uma viagem intimista e desconcertante”, indo “da saudade ao desejo, da dor ao amor”. Aqui vai um pequeno trecho, também disponibilizado em seu site:

Voltar ao teu corpo como se voltasse a casa. Os teus lábios e um abraço. A roupa a mais quando se quer assim. Os vizinhos invejosos por alguém amar inteiro. Gosto da maneira como te guardas no interior do meu peito, os meus braços abertos e tu como se esperasses a chegada da morte. É tão inexplicável a tua pele. A vontade de chorar. Ou existe o eterno ou existe o nada. A carne bruta e um poema no teu orgasmo. Gosto da maneira como me pedes por favor para ser humano. Existe algo de solene na forma como me fazes perder a vergonha. Ser feliz é credibilizar o pecado, e certamente pecar.

Para os interessados e curiosos, que não querem ou aguentam viver com o fato de não sabermos se a Novo Conceito ou outra editora irá trazer mais alguma de suas obras para nossas terras brasileiras, fica uma notícia boa: os livros podem ser adquiridos pelo e-mail do autor e, de brinde, costumam vir autografados. É sofrido gastar euro? Sim. Mas não são caros, devem custar o equivalente ou até menos que os nossos livros. Sem mais, espero ter ao menos aguçado a curiosidade de vocês a respeito do Pedro, um escritor por quem tenho certo gosto e, como ele mesmo costuma dizer, “viva a pornografia de estar vivo. E adorar”.

Até a próxima!

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Rafaela Rodrigues

Formada em Letras Port/Inglês/Literaturas, viciada em livros, textos e séries, clichê de sempre. É prima (bem) distante da Beyoncé e um dia vai ser dona de uma editora e lançar todas as continuações dos livros que gosta, mas que nem os próprios autores quiseram escrever.

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