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Eventos 31ago • 2016

Estivemos na Bienal do Livro de São Paulo 2016

Primeiro vocês precisam saber que eu não estava nem um pouco animada para ir na Bienal do Livro de São Paulo. Quem acompanha o La Oliphant há algum tempo deve se lembrar que uma das minhas piores experiências com Bienal foi em São Paulo, e apesar de eu ter comprado muitos livros em 2014, eu estava completamente desiludida sobre o evento deste ano, tanto que fui sem ter nem ao menos me programado para comprar livros, participar de eventos etc.

Participei do evento do dia 28 de Agosto, domingo. Enfrentei as 5 horas de viagem de carro que são do Rio até São Paulo e cheguei por volta das 11h da manhã no evento. Nossa primeira dificuldade foi encontrar lugar para estacionar a Van, mesmo problema que tivemos no ano anterior (2014). Não havia nenhuma sinalização de como entrar no evento, então tivemos que ir perguntando e rezar para estar no caminho certo. Eis que, finalmente, na entrada do evento tinha um grupo de responsáveis direcionando o público para a entrada do evento – que estava muito menos cheio do que no ano anterior.

Bienal do Livro de São Paulo

Não sei como vão estar os outros dias do evento, mas no dia que eu fui (28), não tinha muita coisa interessante no quesito palestras e autógrafos. A Planeta estava recebendo um YouTuber que eu não fazia a menor ideia de quem era enquanto as outras editoras tentavam vender seus novos autores. Minha maior alegria nesse evento foi encontrar a Larissa Siriani, autora de Amor Plus Size no Stand da Record e poder tirar uma foto com ela. Infelizmente, não tive a sorte de encontrar com nenhum outro autor nacional que eu goste porque todos só irão ao evento na segunda semana.

O stand da Rocco me surpreendeu muito, considerando que por dois anos seguidos eles não fizeram nada realmente inovador para o evento. A organização para tirar a foto no paredão do Harry Potter tava muito legal, e pelo menos neste dia, eu não fiquei mais do que 5 minutos na fila esperando a minha vez. Ponto muito positivo pra Rocco, viu? Outro stand que também me deixou muito feliz foi o da Editora Planeta, no qual eu fui muito bem recebida por todos que trabalhavam lá, tanto que levei para casa dois livros que eu nem ao menos tinha colocado na minha lista.

Bienal do Livro de São Paulo

Minha maior decepção mesmo foi no stand da Intrínseca – andei até reclamando com eles no Twitter. Primeiro, fui muito mal recebida no stand. Os atendentes estavam mal-humorados e quando eu fui tirar dúvidas sobre os descontos, me responderam errado e eu acabei pagando mais do que eu pretendia em dois livros. Fiquei muito chateada com a organização deles, principalmente porque foi a pior que eu vi desde que comecei a ir em Bienais.

Quanto aos descontos, uma ilusão. Os stands diziam que os preços já estavam com 20% de desconto, mas não é verdade. Todos os preços, de todas as Editoras estavam os mesmos das lojas físicas e online. Sei disso porque dei uma pesquisada nos livros que eu queria para saber o que eu iria ou não comprar na Bienal. Honestamente? Deveria ter comprado tudo online. Minha solução foi apelar para os sebos onde encontrei continuações de séries pela pechincha de R$10. Foram as melhores compras que eu fiz.

Bienal do Livro de São Paulo

Uma coisa que me deixou muito triste foram alguns stands de Editoras que conhecemos, como a Young que tinham autores sendo lançados, mas ninguém para conferir o seu trabalho. Fiquei meio triste de perceber que mesmo com esforço e divulgação, alguns autores nacionais acabam sendo deixados de lado quando, na verdade, merecem tanta atenção quanto os internacionais.

Em geral, a Bienal foi muito melhor do que a de 2014. O evento me pareceu muito mais organizado, com muito mais pontos de informação do que no último ano. Senti falta de editoras como DarkSide e Novo Conceito, mas por sorte consegui encontrar alguns livros deles nos sebos por um preço razoável. As opções de comida foram o ponto forte para mim, apesar de não achar que o preço era muito justo.  Espero que no próximo ano eles consigam organizar melhor suas atrações para que todos os dias tenham algo de atrativo para os visitantes.

Se você foi conferir a Bienal de SP, não deixe de comentar aqui o que você achou do evento!

Literaría 20ago • 2016

Bienal do Livro: juntando dinheiro pra não passar aperto na hora H

Olá, Oliphants! Minha vasta experiência com apaixonados por livros me diz, e minha intuição também, que, para os portadores desse gene, é muito difícil se aproximar de uma livraria, um sebo, uma barraquinha de livros por R$2,00 na praça sem surtar e soltar aquele típico “Cala a boca e pega meu dinheiro!”, quem dirá de uma feira gigantesca que reúne as mais diversas – grandes e pequenas- editoras, distribuidoras de livros, algumas livrarias e até mesmo escritores. Eu sei, a pressão é gigantesca. E é complicado lidar com o dinheiro no meio de tantos livrinhos doidos pra serem levados pra casa, e muitas vezes com um autógrafo e uns marcadores tão adoráveis de brinde.

Óbvio, eu não me espantaria se a razão de a Bienal do Livro ser um evento…bienal…fosse dar um tempo de preparação pra galera. Quer dizer, leva um tempo considerável para pesquisar os livros que você quer e decidir os que podem realmente entrar para a lista (muitos serão chamados, poucos serão escolhidos), pesquisar descontos, ver o que vale deixar para comprar na feira ou depois, comprar passagem e ver hospedagem, se for o caso e, algo importante: juntar dinheiro. Mas Rafaela, menina, país tá em crise, como que eu vou juntar dinheiro para a Bienal?!

Eu digo: calma, pequeno gafanhoto. São dois anos, pra isso. A próxima Bienal do Rio já tem data marcada, anota aí: de 31 de agosto à 10 de setembro de 2017, o que te dá um ano para correr e encher o cofrinho, esconder uma grana debaixo do colhão e botar a poupança bancária pra trabalhar.

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Dica nº 1: Praticar o desapego.

Eu sei que para muitas pessoas apaixonatas, ou mesmo colecionadoras, de livros, é difícil se desapegar. Mesmo que você não vá ler o livro de novo nunca mais e você saiba disso, logo mil desculpas passam pela cabeça: “a capa é tão bonita”, “o livro me traz boas memórias”, “é uma edição legal”, mas nós sabemos que seria nobre doar, ou mesmo fazer uma graninha extra daqueles livros que você não lerá mais e que vão ficar ali, inutilizados, guardados, e talvez até estraguem! Sem contar que vendê-los pode permitir que você compre novos na Bienal. Seria uma troca, praticamente. Pense nisso…

Dica nº 2: Trocar com a galera.

Trocar livros com os amigos, colegas de turma, da rua, do bairro, ou em grupos de troca do Facebook pode ser uma excelente forma de se manter atualizado no mundo dos livros e não gastar dinheiro sempre. Não vai encher seu cofre, mas já dá uma segurada, se você é daqueles que não consegue ficar sem um exemplar diferente em mãos.

Dica nº 3: Vender pra um sebo.

Vender livros pra sebo é uma técnica milenar que os sábios desenvolveram afim de salvar a vida de pessoas endividadas, sem espaço em casa e a sua, meu amiguinho, que precisa juntar grana pra comprar mais e mais livros na Bienal. Corre lá naquele sebo ou naquela banquinha da cidade e pergunta quanto que o tio pagaria por aquele seu

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Dica nº 4: Fazer uns freela.

Você, leitor…vá me dizer que não é um crítico textual razoável, ou que sua escrita não é boa? Se sim, corre lá e se ofereça para dar aquela lida e revisada nos trabalhos da turma! Cobre um preço amigo por lauda de trabalho e, de pouquinho em pouquinho…Ou, se você tiver qualquer outro talento, também é válido! Sabe inglês e pode dar umas aulinhas? Sabe cozinhar algo comerciável? Tem um dom, pode e quer ganhar algo com isso? Essa é a hora, a causa é nobre: mais livros!!!!!!!

Dica nº 5: Trocar presentes por uma quantia simbólica.

Sabe como é, natal, aniversário, dia dos namorados. Várias datas nesse um ano de intervalo até a próxima Bienal e você pode sutilmente pedir para os mais próximos que, ao invés de te darem algo, contribuam com a sua caixinha literária. Lembrando: sutilmente. Se a pessoa não for próxima ou se o pedido não for muito cuidadoso, podem soar beeem rude, bem feio (até mesmo porque a pessoa pode querer te dar algo específico, né nom?).

Dica nº 6:  Dê uma limpa no armário.

Sabe aquela brusinha e aquela chinela que você não usa mais? Que não cabe, não entra de jeito algum? Que tá só ocupando espaço? Finge que você é a Kiera Cass e faça A Seleção no armário, pega essas roupas todas e publica no facebook, nos grupos de desapego, brechó online, ou mesmo entre azamiga. Vai conseguir de 5 a 20 reais, em média, por peça e ainda vai garantir um guarda-roupas organizadérrimo. Claro, certifique-se de que os itens a serem vendidos estão em boas condições, limpinhos e conservados.

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Dica nº 7: O famigerado cofrinho.

Sem delongas, o negócio aqui é: separa um potinho, uma caixinha, e cai pra dentro. Achou moeda no chão, no bolso ou na mochila? Troco do busão, dinheiro perdido? Já sabe qual o destido!

Dica nº 8: 5% do seu salário ou mesada.

Se você não tem uma grana comprometida, o que é 5% da sua mesadinha, do seu salário ou bolsa do estágio, já que você quer muito descolar uns livros novos, não é mesmo? Separa esse dinheirinho todo mês e joga no cofrinho ou prende ele numa conta poupança, que aí ainda rola uns juros em cima disso.

Dica nº 9: Economize.

Não se prive das coisas, mas se você está tentando guardar dinheiro, gastar loucamente não faz sentido! Reveja seus conceitos de necessidade e, sempre que algum gasto for menos importante que sua lista de compras na Bienal, considere não fazer e salvar o dinheiro – digo, você precisa MESMO pegar aquele ônibus pra evitar aquela caminhada de 15 minutinhos até o colégio e que ainda vai te deixar com as pernas lindas?

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Dica nº 10: Siga seu coração e se discipline.

Não adianta nadinha eu te dar dicas, a galera da bolsa de valores te dar dicas, o Papa te dar dicas, seus pais te darem dicas, se você não conseguir ou não quiser aproveitá-las. E são apenas dicas, o que significa que são passíveis de aceitação ou não. Você pode seguir todas, algumas, adaptá-las à sua realidade e fazer a magia acontecer. Ou me chamar de boboca e fechar esse post.

Bem, essas são as dicas que eu tenho usado pra juntar dinheiro e comprar coisas específicas desde que eu tenho 14 anos e elas costumam funcionar. Mas, ainda temos tempo até a próxima Bienal do Rio, e ainda mais até a próxima de SP! Podemos trocar dicas, acompanhar nossos avanços e juntar com calma – apesar de ser tarde pra quem vai pra Bienal de SP desse ano. Vocês que vão e juntaram dinheiro, como o fizeram? Compartilhem, estou curiosa e adoraria descobrir mais formas de economizar para comprar os meus tão amados livros!

Crédito de Imagens: rebelliousbookdragonifangirlaboutbooksoddlittlereaderreadingoncloud9

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Eventos 08out • 2015

Vamos falar sobre Bienal do Livro?!

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Eu tinha planos de gravar um vídeo sobre a Bienal do Livro, mas como sempre, o destino não quis assim e eu vou ter que narrar todos os acontecimentos dos dois últimos dias do evento de livros que simplesmente faz a nossa vida de leitor valer a pena. Preparados para essa desventura em série?!

A primeira coisa que precisamos lembrar é que eu – por motivos pessoais e intransferíveis – só pude ir nos dois últimos dias da Bienal do Livro do Rio. Logo, minha primeira parada no evento foi no dia 12 (Sábado) com a Larissa Fernandes. Como eu não tive muito tempo pra me organizar, esse ano eu não tinha uma lista de livros que eu queria comprar, então a gente foi no instinto mesmo (e depois eu descobri que esqueci de comprar muita coisa).

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A maioria das grandes Editoras estavam no Pavilhão Azul, o que ajudou muito na hora de procurar os livros que eu queria. Ficar trocando de pavilhão ia ser muito trabalhoso. Por outro lado, por todas as Editoras estarem no mesmo lugar, o número de pessoas circulando por alí era infinitamente maior, mas – ainda assim – não chegou nem perto do caos que eu passei na Bienal de SP no ano passado.

Os preços, em si, estavam horríveis ao meu ver. Por algum motivo, os descontos estavam sendo dados diretamente nos livros, o que não fazia muita diferença quando você chegava no caixa. Minha primeira compra foi quase R$100 em apenas dois livros – o que me fez desistir porque eu sabia que conseguiria um preço mais em conta na internet.

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Por conta disso, eu me limitei a comprar apenas os livros que eu realmente queria: A Rainha Vermelha, Outlander (V.3 e 4), Armada, entre outros que vocês vão conferir no próximo Box Literário – prometo. Um dos nossos maiores problemas – pelo menos o maior problema da Larissa – foi o fato de não aceitarem Vale Cultura na maioria dos stands. Para quem queria usar o benefício, isso foi realmente uma grande decepção. Afinal, muita gente economizou o ano inteiro para esse momento.

Mas, como toda a Bienal do Livro, também tivemos muitas coisas legais. Eu consegui conhecer pessoalmente algumas pessoas que estão com o La Oliphant há algum tempo. Como a Mari, que além de ter tido tempo de gravar uma resenha comigo, me apresentou livros que estão se tornando leituras preciosas pra mim. Tive a oportunidade de autografar “Para Continuar” com o Felipe Colbert, no stand da Novo Conceito e ainda dei uma espiada na Sophie Kinsella pelo vidro da sala de onde ela estava autografando.

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Além disso: comprei Boston Boys, da Giulia Paim. Um livro que eu estou muito ansiosa para compartilhar com vocês, principalmente se você for aquele leitor que sempre foi apaixonado por boybands assim como eu. Para minha alegria, eu consegui encontrar com a Giulia no dia 13 (Domingo) e ela lindamente tirou uma foto comigo. Dá pra descrever a felicidade? Não dá!

Também tive a oportunidade de ir nas sessões de autografo da Tammy Luciano com Escândalo e da FML Pepper com o nosso querido Não Pare! Eu acho que eu nunca dei tantos pulos de alegria na vida como eu dei nessa Bienal, e acabou sendo uma coisa muito boa eu ter focado em conhecer autores ao invés de comprar livros.

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Eu tive uma ótima experiência com a Bienal. Apesar de não ter aproveitado como eu queria, nem ter ido mais dias do que eu realmente tinha me programado pra ir, eu me diverti com as pessoas que eu conheci, criei laços que eu vou levar pra sempre comigo e senti falta daquelas pessoas (Vinícius) que sempre compartilharam esse momento comigo.

Acho que é isso que eu estava enrolando semanas para contar. Prometo que no Box Literário eu compartilho com vocês todos os livros que eu comprei na Bienal, os autógrafos que eu peguei e afins. Certo?! E se você esteve na Bienal do Rio deste ano, deixa nos comentários como foi sua experiência tá?!

La Oliphant 29jul • 2015

Bienal do Livro esta chegando!

Olá, Oliphants !!!

Está chegando a época do ano mais aguardada para alguns, principalmente aqui no Rio de Janeiro, a BIENAL DO LIVRO RIO. Bom, acho que a maioria de vocês sabe o que é a Bienal, mas explicando: A Bienal do Livro Rio é um dos maiores eventos literários do país, assim como a de São Paulo, é um grande encontro que tem o livro como astro principal. Para nós, leitores, é uma boa oportunidade para conhecermos alguns dos nossos autores favoritos, outros novos e fazermos novas amizades (fila de espera para autógrafo, onde todo mundo é amigo, unidos por um único objetivo).

Bienal evento

A Bienal dura, geralmente, onze dias, e no Rio de Janeiro ela é realizada no Riocentro. O público pode participar de debates, bate-papos com personalidades e escritores, além de várias atividades culturais que promovem a leitura. Cada bienal homenageia um país diferente, este ano o país homenageado será a Argentina. A bienal deste ano vai acontecer entre 3 e 13 de setembro e já tem várias atrações confirmadas!

Alguns dos autores internacionais confirmados são:

David Nicholls (UK) – 5/09 (sábado)
Julia Quinn (EUA) – 5/09 (sábado)
Leigh Bardugo (EUA) – 5/09 (sábado)
Colleen Hoover (EUA) – 6/09 (domingo)
Jeff Kinney (EUA) – 6/09 (domingo)
Joseph Delaney (UK) – 7/09 (segunda-feira)
Anna Todd (EUA) – 12/09 (sábado)
Colleen Houck (EUA) – 12/09 (sábado)
Sophie Kinsella (UK) – 12/09 (sábado)
Josh Malerman (EUA) – 13/09 (domingo)

Bienal datas

Agora, por que estou falando disto? Eu tentei fazer um acordo comigo mesmo, de comprar somente 3 livros este ano e comprar o resto na Bienal, porque lá aceita vale cultura e, como ele é acumulativo, gastaria menos do que eu realmente gastaria comprando os livros, o que na verdade ocorre quando uso o vale cultura. Acho que não preciso comentar que não deu muito certo, né? Comprei mais de 10 livros, com certeza! Porém, eram somente livros que eu queria muito mesmo (mentira, foi falta de controle!).

Ano passado a Débora, quando foi a Bienal de São Paulo, me disse que fez uma planilha de acordo com os livros que queria comprar, para ficar mais fácil e, como logo depois da Bienal tem a black Friday, os livros não comprados iriam mudar de lista. Pensando nisto, resolvemos disponibilizar  3 planilhas diferentes para, caso vocês forem à Bienal, não se perderem por lá procurando os livros que desejam nas respectivas editoras ( porque você começar pelo verde e, quando estiver no laranja, descobrir que a editora que você queria estava no verde é uó!). Principalmente porque lá é um pouco cheio e é bom ter um controle, ainda mais quando você já sabe o que quer, sem contar que facilitará caso vocês queiram aproveitar para a black Friday ou até mesmo organizar a sua wishlist.

Mapa Bienal

Os pavilhões da Bienal são divididos em 3 cores: VERDE, AZUL E LARANJA, como podem observar na última atualização do mapa (23/07), e a planilha também possui a mesma divisão, vocês somente terão que primeiro colocar a editora que interessa a vocês na opção respectiva com a cor do pavilhão para depois organizar os livros direitinho e acompanhar o mapa, que sofre atualizações constantes, okay?

Ah, e claro, caso vocês queiram conferir mais coisas sobre as atrações que estão confirmadas e sobre o evento, é só dar uma passada no site.

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A PLANILHA

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