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Entrevistas 26maio • 2018

Uma conversa com o autor de Bolerus

Livro de estreia do poeta Vanderley Sampaio, um dos criadores do blog Absurtos, que tem cerca de 150 mil seguidores nas redes sociais. “Bolerus é um termo instigante para dar nome a um livro que nos sugere uma leitura sem plano de voo definido, em que podemos assistir à dança dos versos construindo imagens, cadências e zumbidos.

Vanderley Sampaio foi um dos primeiros autores nacionais a fazer uma parceria com o blog através do Clube Nacional e, por causa do projeto eu tive a chance de conhecer as suas poesias e sair da minha zona de conforto literária. Foi pensando justamente nisso que eu o convidei para um bate-papo aqui no blog, onde conversamos um pouco sobre as inspirações por trás de seu livro e como é a rotina de um autor nacional no mercado. Leia mais

Resenhas 05abr • 2018

Bolerus, por Vanderley Sampaio

Boleros são canções, Bolerus é um besouro. É com essa ideia em mente que Vanderley Sampaio inicia seu livro de poesias, Bolerus. Como dito antes, Bolerus é um inseto, um animal frenético e barulhento, que voa pelos ares sempre inquieto. O livro de Vanderley tem muito da alma do besouro, seja nos poemas, na diagramação ou na maneira de compor os versos.

O livro é lançado pela editora Scortecci e muitos dos poemas presentes no livro foram publicados em jornais, sites e redes sociais, em destaque para o blog Absurtos. Vanderley é natural Garça, interior de São Paulo, e começou a escrever poesia ainda na adolescência. Depois das indas e vindas da vida, Bolerus nasceu. Leia mais

Clube Nacional 26jan • 2018

Bolerus – Uma leitura sem plano de voo definido.

Livro de estreia do poeta Vanderley Sampaio, um dos criadores do blog Absurtos, que tem cerca de 150 mil seguidores nas redes sociais. “Bolerus é um termo instigante para dar nome a um livro que nos sugere uma leitura sem plano de voo definido, em que podemos assistir à dança dos versos construindo imagens, cadências e zumbidos.

Nesses poemas e outros delírios líricos de Vanderley Sampaio, somos confrontados com nossos devaneios e temores mais cotidianos ao mesmo passo em que desejamos conhecer o segredo do Universo. O incômodo e inusitado besouro cascudo, que pousa sobre nossas cabeças nas noites quentes e inquietantes, esconde também asas leves e frágeis, que enternecem nossa fúria existencial.

E assim, pareando questionamento e desejo, confusão e silêncio, ludicidade e solidão, somos todos convidados a surtar de poesia e a dançar com os insetos barulhentos que sobejam nossos mais profundos pensamentos”. (Rose Almeida, bacharel em Letras pela USP e poeta no blog Absurtos). Leia mais

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