Posts arquivados em Tag: Os Bridgertons

12 ago, 2016

A Caminho do Altar, por Julia Quinn

E finalmente esse dia chegou. Depois de quase dois anos acompanhando avidamente as aventuras do Bridgertons, hoje eu estou aqui para resenhar A Caminho do Altar, o último livro da série que conquistou muitos leitores que hoje são completamente apaixonados por romances de época. Estou meio emocional, confesso. Parece que foi ontem que eu li O Duque e Eu pela primeira vez e me apaixonei por Colin em Os Segredos de Colin Bridgerton. E agora eu estou aqui, pronta para contar a vocês minhas impressões sobre o último livro de uma série que me completou nos últimos tempos. Podemos tirar um minuto de silêncio?

A Caminho do Altar é o oitavo e último livro da série Os Bridgertons e vai contar a história de Gregory Bridgerton, aquele jovenzinho que viemos acompanhando crescer desde o primeiro livro da série. Gregory sempre teve em mente que se casaria apaixonado, assim como todos os seus irmãos, por isso ele sempre teve a certeza de que quando encontrasse a mulher de sua vida, a reconheceria de imediato. E foi exatamente isso o que ocorreu quando o nosso Bridgerton mais novo colocou os olhos na senhorita Hermione Watson (todo mundo sentiu essa referência à Harry Potter, não é?) pela primeira vez.

a caminho do altar imagem 01

O problema é que Hermione está apaixonada por outro homem e, para tentar conquistar o coração de sua amada, Gregory recorre a ninguém menos do que a melhor amiga da moça, Lucy, que para sua sorte considera o jovem por quem sua amiga está apaixonada, completamente inapropriado para ela. As coisas começam a se complicar quando Lucy acaba se apaixonando por Gregory – afinal, ele é um Bridgerton, não tem como não amar um deles, ou todos eles – mesmo estando prometida para se casa com um homem que nem ao menos conhece. Será que o nosso jovem Bridgerton irá perceber que o amor da sua vida está bem diante dos seus olhos?

Eu não sabia o que esperar dessa leitura quando comprei o livro. Gregory, assim como a Francesca, personagem de O Conde Enfeitiçado, era muito distante para mim. Eu não sabia muito o que esperar de sua personalidade, e no último livro da série, Um Beijo Inesquecível, conhecemos muito pouco dele. Mas confesso que, para um último livro de uma série, A Caminho do Altar me surpreendeu demais com os seus personagens e a forma como o enredo se desenvolveu ao longo dos capítulos.

a caminho do altar imagem 02

Narrado em terceira pessoa assim como os outros livros da série, os pontos de vista se dividem entre o nosso herói, Gregory e nossa heroína Lucy – que por sinal, tem uma personalidade bem mais interessante do que eu estava esperando. Diferente dos enredos anteriores, neste nós temos um personagem principal que já acredita no amor verdadeiro. Ou seja, nada de libertinagem. Achei muito positivo para a série construir um enredo que fugisse um pouco do que encontramos nos volumes anteriores, até porque eu já estava um pouco cansada da libertinagem e redenção dos personagens masculinos.

A escrita da Julia Quinn continua incrível, mas em A Caminho do Altar, acredito que ela tenha deixado sua criatividade fluir com mais facilidade, nos dando um enredo muito mais divertido e muito mais leve que nos outros sete volumes de Os Bridgertons. Particularmente, acho que A Caminho do Altar se tornou a leitura mais divertida dentro desse gênero, tanto na questão da construção do enredo, quanto na construção dos personagens do livro. Gostei muito da abordagem sobre “o amor”, e sobre como as pessoas sempre acham que encontraram a pessoa certa sem nem mesmo conhecer o outro primeiro.

a caminho do altar imagem 03

Gregory é um personagem muito interessante de se acompanhar. Desde o primeiro volume acompanhamos personagens masculinos que não queriam amar, mas Gregory é um personagem que deseja o amor e não se entregaria a nenhuma mulher se não a certa. E é nesse ponto que ele se torna irresistível. A busca dele pelo amor é tão profunda que acaba cegando o julgamento do seu próprio coração, não permitindo que ele perceba as coisas como realmente são. Entende a jogada da autora nesse último livro? Achei simplesmente genial ela passar sete livros fazendo a gente se apaixonar para, no último, nos fazer questionar o que realmente é “estar apaixonado”.

Por outro lado, Lucy não é uma heroína que se destaca tanto. Tirando sua personalidade peculiar que realmente me agradou, não me identifiquei muito com ela como leitora. Apesar de ser dona da sua própria opinião, ela joga muito com as regras sociais e não se rebela com as normas da sociedade da época como as personagens principais dos livros anteriores. Ainda assim, gosto de sua determinação e de como toma o controle da situação quando deixa de ter medo. Apesar de eu achar que ela poderia se explorar mais, Lucy foi uma personagem que fez muito bem o pouco que fez. Conseguem me entender?

a caminho do altar imagem 04

A Caminho do Altar é uma leitura extremamente divertida. Um enredo de romance de época que realmente foge do comum e que dá ao leitor uma leitura leve e agradável. Para aqueles que não exploraram o gênero de romances de época – ou romances históricos, como alguns se referem, acredito que este seja um livro perfeito para uma primeira experiência, mesmo sendo o último livro de uma série. Por fim, fica aqui o meu adeus a essa série maravilhosa que me conquistou de todo o coração e que me deu ótimos momentos de leitura do início ao fim. E se você ainda não conhecia Os Bridgertons de Julia Quinn, aconselho você a conhecer.

beda-2016

26 fev, 2016

Uma paixão chamada Os Bridgertons

Bridgertons 01

Eu tenho uma paixão particular pela Julia Quinn. Primeiro porque ela foi a minha primeira autora de romances de época da atualidade que eu li. Segundo, suas personagens femininas têm sempre uma personalidade forte e não se deixam levar por qualquer Conde, Marquês ou Duque que apareça pela frente. Além disso, a escrita da autora não deixa nada a desejar, e como estamos falando sobre romances de época, eu não poderia deixar de fazer uma publicação inteiramente dedicada à minha série favorita: Os Bridgertons.

O que vocês precisam saber sobre essa série de romances de época que conquistou até mesmo a minha mãe? Bom, Os Bridgertons é uma série com oito livros no total e cada um de seus volumes irá contar a história de um membro da família Bridgerton. O primeiro volume da série, O Duque e Eu, logo nos revela que nossos heróis são peculiares e foram nomeados por seus pais em ordem alfabética sendo: Anthony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, George e, por fim, Hyacinth. Cada um deles tem a sua própria personalidade, teimosia, talento e um dom especial que faz com que você fique completamente envolvida nos seus dramas.

Bridgertons 03

A série em si conta a história dessa família aristocrata inglesa que exerce grande influência na sociedade da época. Em cada um dos romances nós descobrimos como eles conheceram e se apaixonaram por seus respectivos romances e o que exatamente faz com que eles sejam tão diferentes e especiais. Mas não é só sobre amor romântico. Os Bridgertons mostram muito do amor familiar, de como eles se apoiam enquanto filhos e irmãos. É incrível ver como uma família tão grande consegue ser ao mesmo tempo tão unida e entender completamente uns aos outros, sem julgamentos.

Apesar dos personagens maravilhosos, foi a escrita de Julia Quinn que realmente deu vida a esses romances e os tornou tão especiais para muitos leitores. Além de conseguir fazer com que todos os livros da série funcionem em sintonia, Julia Quinn faz com que os seus leitores mergulhem dentro do seu universo literário, conseguindo se sentir parte do livro. Seus personagens têm vida própria, principalmente nossas heroínas, que além de uma personalidade inspiradora, nos ensinam que uma mulher não deve aceitar ninguém menos do que um homem capaz de tudo para torná-la dele, e que o “status” de solteirona não mata ninguém.

Bridgertons 04

Mas eu gostaria de chamar atenção para uma personagem dessa série que não é uma Bridgerton, mas que mesmo assim conquistou nossos corações: Penelope. Apesar de não ter o perfil adequado para uma esposa e passar boa parte das séries escondida entre um baile social e outro, Penelope tem muito a ensinar sobre o poder feminino naquela época. Mesmo não tendo seu amor correspondido por Colin Bridgerton e aguentando as constantes humilhações por parte da mãe. Penelope vestiu bem seu papel feminino dentro da série e conquistou seu espaço. Como ela fez isso? Spoilers, vocês terão que ler a série para descobrir.

Os Bridgertons é uma série que te conquista em todos os livros. O interessante de termos histórias diferentes em cada volume é ter a chance de nos apaixonarmos oito vezes por personagens diferentes. Cada leitor tem o seu livro favorito, o seu Bridgerton favorito e até mesmo seus personagens secundários favoritos. No meu caso, obviamente, o meu favorito sempre será o Colin, mas confesso que tem dias que eu sinto uma pequena queda pelo Anthony – o que eu posso fazer?! Mas de todos, Bridgerton ou não, Penelope e Eloise entraram para a minha lista de heroínas para se inspirar. Essas duas são destruidoras quando se trata do quesito atitude.

Bridgertons 02

Para mim, qualquer leitor que um dia foi apaixonado por romance precisa dar uma chance aos Bridgertons, mas principalmente a Julia Quinn. Não é só por causa da escrita e dos personagens, mas porque se trata de um romance diferente, onde o enredo é um pouco mais leve, os costumes da época são interessantes de serem explorados e porque te dá a chance de conhecer o amor de uma forma um pouco menos complicada do que nos romances atuais. E se você se interessou por esses romances, confiram as resenhas dá série que já foram publicadas aqui no blog: O Duque e Eu, O Visconde Que Me Amava, Um Perfeito Cavalheiro, Os Segredos de Colin Bridgerton e Para Sir Philip Com Amor.

Os livros da Julia Quinn são publicados no Brasil pela Editora Arqueiro, sendo os livros da série Os Bridgertons publicados até o 7° livro, com o nome Um Beijo Inesquecível. Não esqueçam de deixar nos comentários o que vocês acharam de conhecer um pouco mais sobre essa série, viu?

romances de época

14 fev, 2016

Um Beijo Inesquecível, por Julia Quinn

O que eu mais gosto nas escritoras modernas de romances de época é essa facilidade de criar personagens femininas que expressam bem o que a sociedade da época precisava conhecer. Mulheres de opinião, personalidades marcantes e sinceridade sem filtros, é tudo o que você encontra nesse novo romance de Julia Quinn. Confesso que eu não esperava menos da autora, mas Um Beijo Inesquecível realmente me surpreendeu com seus diálogos maravilhosos e personagens que até agora eu não consegui tirar da cabeça. Mas, antes tecer elogios sobre esse livro, vamos falar um pouco sobre o enredo dele.

Um Beijo Inesquecível

Em Um Beijo Inesquecível, Hyacinth Bridgerton está na sua quarta temporada social. Apesar de sua mãe e irmãos estarem preocupados, ela não pretende se casar com qualquer homem razoavelmente apropriado para ela. Ela precisa de alguém que consiga lidar com seu temperamento e sua sinceridade afiada. Enquanto seu príncipe não aparece, Hyacinth passa as tardes de terça com Lady Danbury, uma senhora muito respeitada na sociedade inglesa. As duas passam o tempo lendo, conversando sobre fofocas sociais e, ocasionalmente, fazendo companhia uma a outra em eventos.

É em um desses eventos que Hyacinth conhece Gareth, neto de Lady Danbury. Até então, a jovem sabia da existência do rapaz, mas só o tinha encontrado uma vez. Sendo apresentada à ele, Hyacinth percebe em Gareth alguém a altura de lidar com sua personalidade, sendo constantemente provocada pelo cavalheiro. Mas, é quando Gareth precisa da ajuda da jovem Bridgerton para desvendar um mistério de sua família é que ambos percebem que há mais naquela relação do que eles poderiam prever.

Um Beijo Inesquecível

Eu nunca me diverti tanto lendo um livro, quanto eu me diverti lendo Um Beijo Inesquecível. A escrita de Julia Quinn não decepciona em nenhum momento. Nesse enredo ela cria uma atmosfera bem mais leve do que no último livro que eu li, O Conde Enfeitiçado. Ela usa e abusa de diálogos que te fazem rir, complementa com personagens que te encantam, mesmo que aparecendo pouco na história e ainda te deixa querendo mais da história. É muito difícil não devorar essa história em 24 horas, honestamente.

Diferente dos outros livros da série, em Um Beijo Inesquecível, Julia Quinn trabalha com personagens com um humor mais azedo, sem papas na língua. Isso faz com que a história fique bem mais envolvente e divertida. Hyacinth tem um toque todo especial, sua personalidade é extremamente desafiadora e não é muito difícil gostar dela, principalmente quando ela não poupa palavras para falar de algo que não a agrada muito. Até então eu não esperava me identificar tanto com outro personagem além da Penelope (Os Segredos de Colin Bridgerton), mas preciso dizer que a Hyacinth tem muito de uma personalidade que me agrada, e eu não consegui não me identificar com ela durante a leitura.

Um Beijo Inesquecível

Gareth foi um cavalheiro realmente interessante de se ter como personagem. Diferente dos outros, ele tem graves conflitos internos envolvendo a família e a sua relação com o pai. Eu realmente me emocionei com a forma como ele lidava com as coisas, e não gostei nem um pouco da forma como ele era tratado pelo pai. Mas, a Julia soube muito bem usar isso na construção do personagem, fazendo com que a sua personalidade fria e humor ácido sendo uma combinação perfeita para um homem porque a Hyacinth pudesse se apaixonar.

Em Um Beijo Inesquecível nós contamos com uma personagem que me ganhou: Lady Danbury. Eu não sei como começar a descrever a personalidade dessa personagem e como ela foi estrela principal dos melhores diálogos de todo o enredo. Lady Danbury é muito parecida com a Hyacinth, mas por ser uma idosa, as pessoas eram obrigadas a perdoar qualquer coisa que ela falasse, o que dava a ela liberdade para dizer o que tinha vontade, criando os melhores diálogos e me fazendo rir durante todas as cenas em que ela aparecia.

Um Beijo Inesquecível

O romance dos personagens principais foi maravilhoso. Sabe aquele casal que te deixa na expectativa de se beijarem ou não? Gareth e Hyacinth são exatamente assim. As cenas deles são tão interessantes, cheias de palavras nas entrelinhas e aquela expectativa de eles finalmente se entregarem ao sentimento. Além disso, temos uma pitada de aventura e situações que realmente nos fazem perceber porque esses dois são feitos um para o outro. É impossível você não se envolver com esse romance e torcer para que tudo caminhe como se deve caminhar.

Por fim, Um Beijo Inesquecível, foi tudo o que eu estava esperando de um livro da série Os Bridgertons. Eu realmente me diverti fazendo essa leitura, eu gostei de como os personagens foram construídos, eu gostei de ver um pouco da Penelope e principalmente, de ter mais da Lady Danbury dentro desse enredo. Mal posso esperar para que a Arqueiro lance o último livro dessa série e outros livros da autora no Brasil.

09 fev, 2016

O Conde Enfeitiçado, por Julia Quinn

De todos os personagens da série Os Bridgertons que eu conheci até agora, eu sempre estive um pouco curiosa sobre a Francesca. Em todos os livros ela sempre se mostrou uma personagem bem mais quieta, um pouco diferente dos outros Bridgertons. Finalmente muita curiosidade foi sanada em O Conde Enfeitiçado, o sexto livro dessa série, onde Julia Quinn nos conta um pouco sobre a vida dessa personagem que, até então, teve tão pouco destaque – pelo menos pra mim.

Em O Conde Enfeitiçado conhecemos Michael Stirling, um famoso libertino de Londres que depois de passar anos colecionando conquistas, teve o seu coração roubado por Francesca Bridgerton. Mas para infortúnio do jovem, a que seria a mulher da sua vida estava prestes a se casar com seu primo, e também melhor amigo, John. Anos se passam desde que Stirling se apaixonou a primeira vez por Francesca, e agora, com a morte de John, sua amada finalmente está livre para ele.

O Conde Enfeitiçado

O único problema é que Michael não consegue se livrar dar culpa de ter passado tantos anos apaixonado pela esposa do seu próprio primo, principalmente porque ela nunca o viu da mesma forma. Mas, quando os dois se encontram inesperadamente em Londres, Francesca começa a perceber Michael de uma forma diferente, percebendo que, talvez, ela o deseje muito mais do que se permitia admitir. Porém, depois da morte do marido, a jovem acredita que nenhum outro homem a fará feliz, e agora cabe a Michael provara à ele que ele é o único capaz de provar o contrário.

Confesso que esse não foi o meu enredo favorito da série. Como eu não conhecia bem a personagem, principalmente porque ela não aparecia muito nos volumes anteriores, não tinha ideia do que a Julia Quinn iria apresentar neste sexto volume, e de certa forma, eu esperava um pouco mais. O enredo não é ruim, pelo contrário, a história se desenvolve bem, e diferente dos outros livros, neste temos uma personagem que já se apaixonou e já se entregou para o homem que ama, mas o perdeu e agora precisa começar do zero e construir sua vida com outra pessoa.

O Conde Enfeitiçado

O problema está na construção, acredito eu. Apesar de ser uma Bridgerton, eu não consegui identificar muito bem a personalidade de Francesca. Desde os volumes anteriores, ela sempre foi uma personagem muito oculta, e quando chegou a vez dela contar sua história, ela continuou oculta, sem revelar muito de quem ela era ou do porquê ter se apaixonado por John. Senti muita falta de uma conexão entre esses acontecimentos, principalmente sobre o período de luto dela. Acho que o pouco destaque que ela recebeu na série até então contribuiu bastante – pelo menos pra mim – para que ela não fosse uma personagem com quem eu pudesse me identificar com facilidade.

O romance em si não me decepcionou em nada. Principalmente pelo fato do Michael estar apaixonado pela Francesca desde o começo da história. Ele teve tempo para conhece-la, assim como ela pode conhecer um pouco de quem ele era antes de perceber que eles poderiam construir um futuro junto. E ainda tínhamos a problematização do John, o primeiro marido da Francesca. Eu gostei muito de ver que a autora simplesmente não descartou os sentimentos que a personagem tinha antes de se apaixonar por Michael, e achei legal que esses mesmos sentimentos fizeram parte da construção do romance entre os personagens principais.

O Conde Enfeitiçado

Michael foi, pra mim, um personagem interessante como par romântico. Foi difícil visualizá-lo como um libertino considerando que desde o começo eu conseguia perceber que ele era completamente devotado a Francesca. É interessante ver como a autora conseguiu explorar esses sentimentos proibidos sem deixar a história clichê. Além disso, Michael tem uma personalidade mais humilde, o título e o dinheiro nunca foram algo que ele perseguiu, e isso me fez gostar ainda mais dele.

O Conde Enfeitiçado acabou se mostrando um livro mais morno do que os seus antecessores e acho que deveria ser mesmo assim. Mesmo que eu não tenha me identificado muito com a Francesca, acredito que ela tenha uma personalidade que vai encantar outros leitores do livro, e só por isso a leitura já me valeu muito a pena. Esse é aquele volume para quem quer fugir um pouco do enredo dos outros livros dessa série e encontrar outros desafios e um romance completamente novo.